Dia 23 e dia 30 de junho serão realizadas as primeiras Pré conferência da Cidade de Viamão, é uma fase de preparação para a próxima Conferência das Cidades.
A programação é a seguinte:
Dia 23 /06 das 8,00 as 12,00 hs com o tema - HABITAÇÃO.
Palestrantes : CAIXA FEDERAL
SEPLAN
Das 14,00 as 17,00Hs com o tema - SANEAMENTO.
Palestrantes: CORSAN
CONCIDADES
COMITÊ DAS BACIAS.
DIA 30/06 DAS 8,00 AS 12,00 hs com o tema- TRANSPORTE E
MOBILIDADE URBANA.
Palestrantes: METROPLAN
SEPLAN
ONG
Das 14,00 as 17,00 hs com o tema- DESENVOLVIMENTO URBANO
Palestrante: METROPLAN
As pré conferências serão realizadas na Câmara Municipal de Viamão.
Assim que tivermos os nomes dos palestrantes colocaremos no blog.
TODA A POPULAÇÃO DA CIDADE DE VIAMÃO ESTÁ CONVIDADA A PARTICIPAR>
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11 de junho de 2007
10 de junho de 2007
E a Vaca vai pro Brejo
Esta é uma metáfora ambiental muito ´seria e deveria ser preocupação de todo o mundo.
Era uma vez, uma vaca feliz, saudável e bonita. Mas nem tudo é perfeito.
A vaca tinha hóspedes.Alguns bernes se hospedaram nela e alimentavam-se da sua carne. Mas os bernes eram poucos e pequenos. A vaca e os bernes viviam em paz.
Aconteceu, entretanto, que os bernes começaram a se multiplicar. Os bernes aumentavam, mas a vaca não aumentava, confirmando a lei de Malthus, que disse que os alimentos crescem em razão aritmética, enquanto as bocas crescem em razão geométrica.
O couro da vaca se encheu de calombos que indicavam a presença dos bernes. Mesmo assim, a vaca continuava saudável. Ela tinha muita carne de sobra.
Foi então, que uma coisa inesperada aconteceu: alguns bernes sofreram uma mutação genética e passaram a crescer em tamanho. Foram crescendo, ficando cada vez maiores, e com uma voracidade também cada vez maior.
Os vermes magrelas ficaram com inveja dos vermes grandes e trataram de tomar providências para que eles crescessem também.
O corpo da pobre vaca passou a ser uma orgia de crescimento. Os bernes só falavam numa coisa: "É preciso crescer!" Mas a vaca não crescia. Ficava do mesmo tamanho.
De tanto ser comida pelos bernes, a vaca ficou doente. Emagreceu.
Mas os bernes nada sabiam sobre a vaca em que moravam. Para perceberem, seria preciso que eles estivessem do lado de fora.
Os bernes estavam dentro da vaca. Assim, não percebiam que sua voracidade estava matando-a.
A vaca morreu. E com ela, morreram os bernes.
Fizeram autópsia da vaca. O relatório do legista observou que os bernes mortos eram excepcionalmente grandes, bem nutridos, muitos deles chegando à obesidade.
James Lovelock é um cientista que sugeriu que a nossa Terra é um organismo vivo, como a vaca da parábola. Sendo uma coisa viva, ela pode ter saúde ou ficar doente.
Sua conclusão é que nós, os bernes, já estragamos a Terra, a nossa vaca, além de qualquer possibilidade de cura. A Terra está doente.
O crescimento das nações está provocando profundas mudanças climáticas irreversíveis: a atmosfera está se aquecendo, as geleiras estão derretendo, a poluição do meio ambiente aumenta, acontecem catástrofes naturais numa intensidade desconhecida.
Esses são os sintomas dos estertores da nossa Terra, destruída pela voracidade dos bernes. E o pior está por acontecer, ele diz.
Ecossistemas inteiros serão extintos, e os sobreviventes terão de se adaptar a um clima infernal. (Folha de S. Paulo, Caderno Mais, 22/ 01/06, p. 9).
Observando as discussões políticas, não vejo nenhum político que fale sobre a saúde da vaca. Ao contrário, os políticos, tanto de direita quanto de esquerda, só fazem prometer aos bernes um engordamento cada vez maior.
Por uma boa razão: os eleitores são os bernes e não a vaca.
O candidato que falar sobre a saúde da vaca e o emagrecimento dos bernes, com toda certeza, perderá a eleição.
Quando o que está em jogo é a saúde da vaca, não se pode confiar nos bernes.
Esta nossa Mãe-Terra, é um organismo vivo, como a vaca da parábola.
E nós, a estamos matando.
Era uma vez, uma vaca feliz, saudável e bonita. Mas nem tudo é perfeito.
A vaca tinha hóspedes.Alguns bernes se hospedaram nela e alimentavam-se da sua carne. Mas os bernes eram poucos e pequenos. A vaca e os bernes viviam em paz.
Aconteceu, entretanto, que os bernes começaram a se multiplicar. Os bernes aumentavam, mas a vaca não aumentava, confirmando a lei de Malthus, que disse que os alimentos crescem em razão aritmética, enquanto as bocas crescem em razão geométrica.
O couro da vaca se encheu de calombos que indicavam a presença dos bernes. Mesmo assim, a vaca continuava saudável. Ela tinha muita carne de sobra.
Foi então, que uma coisa inesperada aconteceu: alguns bernes sofreram uma mutação genética e passaram a crescer em tamanho. Foram crescendo, ficando cada vez maiores, e com uma voracidade também cada vez maior.
Os vermes magrelas ficaram com inveja dos vermes grandes e trataram de tomar providências para que eles crescessem também.
O corpo da pobre vaca passou a ser uma orgia de crescimento. Os bernes só falavam numa coisa: "É preciso crescer!" Mas a vaca não crescia. Ficava do mesmo tamanho.
De tanto ser comida pelos bernes, a vaca ficou doente. Emagreceu.
Mas os bernes nada sabiam sobre a vaca em que moravam. Para perceberem, seria preciso que eles estivessem do lado de fora.
Os bernes estavam dentro da vaca. Assim, não percebiam que sua voracidade estava matando-a.
A vaca morreu. E com ela, morreram os bernes.
Fizeram autópsia da vaca. O relatório do legista observou que os bernes mortos eram excepcionalmente grandes, bem nutridos, muitos deles chegando à obesidade.
James Lovelock é um cientista que sugeriu que a nossa Terra é um organismo vivo, como a vaca da parábola. Sendo uma coisa viva, ela pode ter saúde ou ficar doente.
Sua conclusão é que nós, os bernes, já estragamos a Terra, a nossa vaca, além de qualquer possibilidade de cura. A Terra está doente.
O crescimento das nações está provocando profundas mudanças climáticas irreversíveis: a atmosfera está se aquecendo, as geleiras estão derretendo, a poluição do meio ambiente aumenta, acontecem catástrofes naturais numa intensidade desconhecida.
Esses são os sintomas dos estertores da nossa Terra, destruída pela voracidade dos bernes. E o pior está por acontecer, ele diz.
Ecossistemas inteiros serão extintos, e os sobreviventes terão de se adaptar a um clima infernal. (Folha de S. Paulo, Caderno Mais, 22/ 01/06, p. 9).
Observando as discussões políticas, não vejo nenhum político que fale sobre a saúde da vaca. Ao contrário, os políticos, tanto de direita quanto de esquerda, só fazem prometer aos bernes um engordamento cada vez maior.
Por uma boa razão: os eleitores são os bernes e não a vaca.
O candidato que falar sobre a saúde da vaca e o emagrecimento dos bernes, com toda certeza, perderá a eleição.
Quando o que está em jogo é a saúde da vaca, não se pode confiar nos bernes.
Esta nossa Mãe-Terra, é um organismo vivo, como a vaca da parábola.
E nós, a estamos matando.
Índice:
Desenvolvimento
3 de junho de 2007
Meio ambiente - sacos plásticos
Notícias do Diário Catarinense.
03/06/2007 18h05min
AmbienteComércio de Blumenau, em SC, entrega 24 milhões de sacolas ao anoFundação do Meio Ambiente pretende incentivas uso de sacolas fotodegradáveis Uma das maiores ameaças ao planeta é distribuída gratuitamente e avança todos os dias de forma quase invisível.
A Fundação Municipal de Meio Ambiente (Faema) estima que sejam entregues pelo comércio de Blumenau, no Alto Vale do Itajaí, em Santa Catarina, mais de 24 milhões de sacolas por ano.
Elas multiplicam o volume de lixo doméstico e, muitas vezes, acabam sendo despejadas em locais impróprios, como riachos e ribeirões ou em terrenos baldios.
Para conscientizar a população sobre os problemas causados pelo plástico, a Faema pretende lançar, ainda este semestre, o programa Bolsa Ecológica.
A idéia depende de patrocínio para financiar a produção de 10 mil sacolas de algodão que serão distribuídas nas redes de supermercado e estabelecimentos comerciais com a intenção de reduzir o consumo.
O projeto prevê a distribuição de sacolas de plástico fotodegradável, que se deterioram na presença de luz.
MAGALI MOSER/DIÁRIO CATARINENSE
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