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5 de dezembro de 2007

Pouca Vergonha

E tem gente que acredita em Papai Noel e político honesto.

05/12/2007 - 07h51NYT: Renan foi absolvido no 'mais obsceno' escândalo do ano no Brasil Da Redação

O presidente do Senado brasileiro Renan Calheiros foi absolvido em um caso que foi "o mais obsceno dos escândalos políticos deste ano no Brasil", informa o principal jornal dos Estados Unidos, o The New York Times.

A reportagem do correspondente Alexei Barrionuevo lembra que Renan Calheiros era um forte aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu líder no Congresso Nacional, estava sendo acusado por uma série de envolvimentos com corrupção, mas que conseguia se sustentar no poder mesmo assim.

O NYT diz que mesmo diante dos escândalos, Renan Calheiros "sobreviveu" à votação de seus companheiros no Senado, que, por 48 a 29 votos, declararam-no inocente das acusações de corrupção e não cassaram seu mandato. "As acusações contra o sr. Calheiros partiram da revista Veja, em maio. A revista acusa o então presidente do Senado de usar dinheiro de um lobista para pagar pensão a uma filha que teve de uma relação extraconjugal com Mônica Velloso, uma jornalista que alavancou o escândalo depois de aparecer na edição de outubro da Playboy brasileira", diz o jornal.

A reportagem lembra ainda o histórico de outras votações que absolveram o senador, os 45 dias que ele ficou licenciado do cargo e as palavras que usou na carta de renúncia à presidência do Senado, em discurso nesta terça-feira, quando disse ser vítima de "infâmia e inverdades".

26 de novembro de 2007

Mentalidade Estúpida: Quanto Pior, Melhor.

Este é o resultado do "amor à terra gaúcha" demonstrado por um certo grupo de maus políticos.
Cláudio A. dullius.

Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

:: As Hienas vão comer o que? ::

O Governo (Executivo do RS) já havia anunciado as dificuldades para cumprir metas, para pagar salários(incluso décimo terceiro), mas o atraso apostou no caos e com estes raivosos vieram outros que representando os funcionários públicos estaduais agiram como hienas na carcaça do Estado.

Vão comer as últimas vísceras depois irão para as ruas gritar, esbravejar, ofender, perturbar. Mas não tem dinheiro e o pior, o Governo Federal suga do Rio Grande o último sebo das tripas e vampiriza o Estado não pagando o que nos deve.

Apostam em tudo, até na possibilidade de um impedimento definitivo da Governadora. Talvez por isso deslizava lépido e faceiro o vice governador Feijó, entre os opositores eufóricos e sorridentes, no dia da votação dos projetos do Plano de Recuperação do Estado. Ai está a Governadora anunciando que terá dinheiro apenas para consertar telhados de escolas e encanamentos e não poderá dar aumento ao funcionalismo pelos próximos três anos. Foi o que fez o atraso. Deu no que deu e duvidaram.

Agora que riam as hienas.

João Garcia
jornalista e radialista

12 de novembro de 2007

POSSE NO CONCIVI.

No próximo dia 19 de novembro de 2007 a direção do Conselho da Cidade de Viamão -CONCIVI -será empossada em seus cargos pelo Prefeito da cidade Sr. Alexsander Boscaini e com a presença do Secretário do Planejamento -SEPLAN- Sr. André Gutierres e outras autoridades .
O horário é : 18,30 hs
o Local: a ser definido em edital.

6 de novembro de 2007

Resultado da Eleição CONCIVI

Após a introdução da reunião para eleições de ontem, ficaram definidas apenas duas chapas:

A das ações comunitárias e prefeitura e a das ONG's e empresários.
Venceu por 16 a 4 votos a chapa dos movimentos comunitários e prefeitura(SEPLAN):
Presidente - MARIA IRENE de OLIVEIRA ( Prefeitura/ SEPLAN)
Vice presidente - Adilson Della Justina ( Mov. populares / PCD's)

Os vencedores serão empossados na próxima reunião com a presença do Prefeito e outras autoridades.

Veja mais no Blog da DuCarmo.

21 de outubro de 2007

Presidência do PSDB/RS

Hoje o PSDB confirmou com 78,57 % dos votos dos convencionais que o partido, nossa presidente estadual Deputada Zilá Breitenbach, e nossa governadora estão no caminho certo, foi um resultado claro que mostra todo o apoio que os filiados dão ao NOVO JEITO DE GOVERNAR.

PARABÉNS ZILÁ, PARABÉNS POVO GAÚCHO.

VIVA O PSDB
.

8 de outubro de 2007

Novidades Bem vindas

Novidades em política sempre são bem recebidas, principalmente quando vem de pessoas sérias, éticas e honestas.

Em Viamão eu e outros blogueiros e FORUM(feiros- hihihi) temos dito que é necessário renovar os nomes na política, chega de mesmices, chega de tradicionalismos estúpidos, chega de nomes de pessoas que já circularam na Câmara, prefeitura e cargos públicos e que não deixaram nenhuma marca histórica de sua passagem, a não ser a fama de ser bom de voto e a foto na galeria de políticos.

Agora já surgem nomes novos:
Regina - DEM (para prefeita)
Guto do Pedágio- PSOL
Fábio Salvador- PMDB
Kadú Schwartzhaupt- PSDB
Professor Darwin- PSB
Givanildo Clipes (Gu) - PMDB
Vinicius - PP
Amanda - PSDB

Tem outros que ainda não estamos sabendo, porém ainda tem muito nome "velho e desgastado"

AGUARDEMOS AS NOVIDADES.

1 de outubro de 2007

A Política de Viamão não está bem

A política de Viamão não vai bem, vai na verdade de mal a pior; ja faz algum tempo que começaram os acordos e encaminhamentos para as eleições de 2008, só que nisto tudo não acontece nada de novo, só falam em "antigos e desgastados nomes" que só vivem da tradição política, não trazem nada de novo, não surge ninguém com idéias novas, nenhum que fale sobre o que pretende fazer para melhorar Viamão, nem mesmo se preocupam em dizer alguma coisa que seja BOM PARA O POVO E PARA O MUNICÍPIO, só ouvimos falar em acordos para derrubar o PT , e formas e fórmulas mágicas para superarem uns aos outros .

Os únicos que estão pensando novo são os que estão no PSOL que tem um grande batalhador por Viamão que é o Guto, e no DEM que até está lançando uma candidata a PREFEITA, mas são partidos pequenos.

Afora isto, nada de novo, e Viamão se preparando para ir para o buraco criado por tantos anos de PTismo sem quase nada de desenvolvimento sustentado para nossa cidade.

Se a Brahma não tivesse se implantado aqui por causa da qualidade da água (e nãopor apoio da prefeitura), a situação estaria mais difícil ainda.

Se não bastasse todos os problemas que ja temos , aparecem cinco nomes para concorrer à prefeito, desta forma dividindo o número de votos das oposições, e lamentávelmente o PT vai novamente pegar a "sobra" e ganhar de novo.

Quando é que o povo Viamonense vai acordar?

24 de março de 2007

Estou dizendo 2008 vem ai

"Ô xente, não é que o homi se bandeou pro PSOL da Luiza Helena, Viche, que mudança"!

Assim falaria um alagoano ao ver o partido da conterrânea crescendo mais que inflação.

Muito bom para o PSOL, está reforçado na sua base em Viamão e tem grande possibilidade de concorrer em 2008, e dizem que poderá vir a prefeito com nosso amigo Guto de Vice, muito interessante.

Só lamento que com isso, a concorrência da oposição se divide um pouco,pois a idéia que vem circulando é de se fazer um frentão, para acabar com esta malfadada hegemonia do PT e com a ilusão do Alex se reeleger,para mais quatro anos de estagnação e mau uso dos parcos recursos da cidade.

O nosso amigo Fábio ficará sozinho no PDT pois o Dr. Cristaldo está querendo abandonar o barco também.

O Dr. Brizola deve estar se revirando no caixão ao ver seu partido seguindo o rumo que está.

Vamos esperar para ver o que acontecerá daqui para a frente.

22 de março de 2007

Lula e seus Zé dirceus.

É este tipo de gente que cerca o Lula, e depois nos chamam de reacionários, Bah!

Ministeriável é réu em ação popular por improbidade envolvendo o Banestado

MARI TORTATO
DA AGÊNCIA FOLHA, EM CURITIBA

O deputado federal indicado para o ministério da Agricultura Reinhold Stephanes (PMDB-PR) é réu em uma ação popular por improbidade administrativa relativa ao período em que ocupou a presidência do Banestado (Banco do Estado do Paraná).


A ação está à espera de sentença na 3ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba. A juíza do caso, Fabiane Pieruccini, afirmou que irá tomar uma decisão dentro de 30 dias.


Movida por duas funcionárias do banco (comprado pelo Itaú no ano 2000), a ação popular pleiteia que Stephanes e outras três pessoas citadas devolvam ao banco R$ 2,2 milhões por pagamento indevido à empresa que edita o jornal ""Gazeta do Paraná".

Acordo
O pagamento foi aprovado em dezembro de 1999, quando Stephanes era presidente do Banestado.
Na época, a diretoria do Banestado fez acordo para pagar uma dívida com a Arlequim Ltda., editora do jornal ""Gazeta do Paraná", de Cascavel, dois dias depois de o Tribunal de Justiça negar à empresa um agravo de instrumento que reclamava essa dívida.
Stephanes presidiu o Banestado durante o governo de Jaime Lerner (1995-2002), que até então não reconhecia a dívida reclamada.
A despesa com a Arlequim havia sido autorizada em 1994, durante o governo de Mário Pereira (PMDB).

No governo Lerner (então no PFL, hoje no PSB), Stephanes foi o responsável pela administração do socorro de R$ 5 bilhões do Banco Central ao Banestado, para saneamento do banco e para sua preparação para a venda.

O jornal, que fazia oposição ao governo na primeira gestão, parou com os ataques a Lerner e a sua equipe no período que precedeu o acordo.

A Arlequim reclamava inicialmente pagamento de R$ 906 mil por suposta reserva de espaço publicitário no jornal ao Banestado. Levou o contrato firmado no governo de Mário Pereira à Justiça e apresentava, como comprovantes, material de divulgação da Secretaria de Cultura de Cascavel.

Em uma das apelações do banco, o juiz considerou que o Banestado ""não deveria pagar pela prestação de serviço que não autorizou".

O contrato também foi impugnado pelo Tribunal de Contas do Estado em 1995. No despacho, o então conselheiro João Feder considerou que seu pagamento violentava a moralidade administrativa, a Lei das Licitações e a Constituição.

Dos R$ 2,2 milhões acordados, apenas R$ 1,6 milhão entrou no caixa do jornal ""Gazeta do Paraná". O restante levantou a hipoteca de um apartamento da irmã do diretor da publicação, José Marcos de Almeida Formighieri.

As bancárias Izabel Cristina Ribas de Lima e Zinara Mancet de Andrade Nascimento afirmam, na ação popular, que o acordo ""foi uma imoralidade" e que o banco não poderia responder por dívidas assumidas pelo governo.

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